Nosso destino: Santuário dos Aventureiros

O internauta Jerry Rocha relata sua viagem de Porto Alegre, RS, até Urubici, SC, 540 km.

Por Roberto Brandão

O dia estava começando na quarta feira, 16 de agosto, e com previsão de chuva, mas o sol ainda estava conosco neste primeiro momento. Mesmo assim pegamos a estrada rumo a Urubici/SC. Neste roteiro quem me acompanhou foi o Marcio 14, do Moto Grupo Bodes do Asfalto de Viamão/RS. A idéia era ir por Bom Jesus/RS, seguindo por Taquara/RS, São Francisco de Paula/RS, e já deixo um aviso aos amigos estradeiros:

Entre São Francisco de Paula/RS e rótula de Tainhas, a pista está com muitos buracos e com partes sendo retirado asfalto antigo e colocando novo. Existem algumas crateras que podem quebrar ou entortar uma roda, mas com calma é possível seguir viagem.

Na rótula fomos em direção a Caxias/RS, onde após alguns quilômetros está localizado o acesso à Bom Jesus/RS. Para  ajudar na localização, há um paradouro bem na entrada.

Este acesso tem um trecho de 8 km de chão batido, em médio estado. Mas por este roteiro existem ótimos pontos de observação do vale, próximo a Bom Jesus/RS,  para em seguida passar pela Ponte do Rio das Antas.

Fizemos uma parada rápida para o almoço, e seguimos em frente. O asfalto a partir daí até Vacaria/RS é uma beleza e com paisagem embelezadas pelas plantações de maçã. Em seguida rumamos para uma próxima parada no Rio Pelotas, na divisa do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
 
Parada para abastecimento em Lages, e estrada novamente! Agora pela BR-282, em ótimo estado também. Indo pela 282 se acessa Urubici/SC pelo lado oposto da cidade, onde há um trecho de 24 km pela SC-430 com uma seqüência de curvas direitas e esquerdas que tem que ficar ligado, mas uma beleza para quem curte.

Como fizemos várias paradas para fotos, chegamos na cidade no fim do dia, onde já tínhamos reserva no Urubici Park Hotel.
 
Urubici, Santa Catarina

Uma cidade em que as paisagens são de um calendário, mas com uma diferença, estando lá você não vê o tempo passar. Assim podemos denominar Urubici.

Um paraíso do turismo de aventura e eco turismo no Brasil, com seus canions, montanhas, cavernas, cachoeiras e rios recortando os vales. Locais para tirolesas, rapel, trilhas e muita adrenalina.

Urubici detém o recorde de temperatura negativa no Brasil, -17oC, então a neve bate seu ponto por lá quase anualmente.

Com uma população em torno de 10.500 habitantes, fica a 925 metros acima do nível do mar, e seu ponto mais alto fica a 1.828m, o local  habitado mais alto do sul do Brasil.

Também conhecida como terra das hortaliças, Urubici é o maior produtor catarinense de hortaliças, com uma produção de 74 mil toneladas anuais. Com uma economia baseada  na agricultura,  pecuária, agropecuária, horticultura, apicultura, a piscicultura, extração vegetal e ainda tem o título de segundo maior produtor de trutas do país.

Foi este currículo que nos levou a cidade. E começamos cedo na quinta, 17 de agosto, às 7h já estávamos tomando um café da manhã reforçado, nada difícil com as varias opções do hotel.

Vou deixar durante meu relato umas dicas para a turma quem curte ir para a estrada e aventura. Usando como referência o hotel onde nos instalamos, Urubici Park Hotel. Todas estas visitas fizemos sem guia.
 
Morro da Igreja

Entrando a direita ao lado do Posto Ipiranga, o Morro da Igreja localiza-se em torno de 18 km do centro. O caminho para chegar até lá é ainda de chão batido, mas que está sendo preparado para o asfaltamento. Obras em quase todo trecho, mas está em boas condições para rodar.
    
O local fica nos Aparados da Serra Geral, a uma altitude de 1828m do nível do mar, neve por lá é figurinha fácil, sendo que em 1996 foi registrada a temperatura mínima recorde no Brasil, de -17,8ºC no termômetro, e -40º C na sensação térmica. No acesso para o morro é todo asfaltado, sem problemas, é possível chegar lá com qualquer veículo.

Naquele local também está o  CINDACTA II, do  Ministério da Aeronáutica, radar onde é feito o  controle do tráfego aéreo do RS e SC. São comuns  temperaturas baixas, independente da época. Então  agasalhos sempre e o melhor período para visitação é entre as 9h e às 16h.
 
Pedra Furada

Uma escultura natural, no formato de uma janela com uma circunferência em torno de 30 metros. Acredito que feita pela ação do tempo e dos ventos. Fica exatamente na divisa de três municípios: Orleans, B. Jardim da Serra e Urubici.
   
Dica: Não fui, mas conversando depois com pessoal do hotel, com um guia é possível fazer uma trilha de duas horas e ir até a Pedra Furada. Acesso extremamente difícil, mas possível para quem curte. A  vista lá de cima é sensacional e estes dois pontos turísticos são em conjunto, portanto é um local para se visitar com calma.

Por lá encontramos inclusive um gaúcho de Guaíba, o Eder, em visitação com seu primo, que nos acompanhou em visitas.
 
Cascata Véu de Noiva

Visitamos a cascata Véu de Noive no retorno do Morro da Igreja, pois fica na mesma  estrada de acesso, mas é particular - R$2,00 acesso - com restaurante, tirolesa entre outras atrações.  Com 62 metros de altura, desce em um paredão com um tom escuro e ondulações suaves, a água escorrendo lembra nitidamente um véu de noiva.

Na descida ainda fizemos uma paradinha para conversar com um pessoal que trabalhava por ali. E o detalhe: já estavam fazendo um belo churrasco no meio das pedras. Mas bahh! O relógio já anunciava 11h30min. A dúvida: retornar e almoçar? Ou tocar direto para a Serra do Corvo Branco? Fomos para a serra.
 
Serra do Corvo Branco
   
Localiza-se a 30 km do centro da cidade, e este  último trecho estava bem chato, com muitas pedras soltas e alguns trechos com barro pela água acumulada. Nem  vou dar maiores detalhes, pois quando chegamos desceu uma cerração que não dava para ver nada. Frustração, pois queríamos ver o maior corte em rocha feito no Brasil com 90 metros. Zebra! Mas breve terá pavimentação até lá, e a ida será tranquila.

No retorno encontramos uma dupla de legítimos aventureiros, estavam indo em um Chevrolet Corsa rebaixado, estavam apavorados, querendo saber se ainda faltava muito.
 
Gruta Nossa Senhora de Lourdes

No retorno ainda passamos na gruta, acesso facílimo. A apenas 12 km do centro. Existe uma queda d'água com grandes paredões ao seu redor  e uma gruta natural, onde no altar estão as imagens sacras. Estas imagens estão ali desde 1944.

Já eram em torno de 16hs e ainda não tínhamos almoçado. Não é o correto, mas como a fome nem dava mais sinais, resolvemos continuar. Passando pela avenida principal da cidade, seguimos em direção as Inscrições Rupestres.
 
Inscrições Rupestres

Em direção a Cachoeira do Avencal, na estrada que vai para São Joaquim (em torno de 5 km até o local) fica o local com inscrições rupestres. São desenhos na parede de pedra deixadas por povos que habitaram a região há pelo menos 4.000 anos, considerado um dos mais importantes registros arqueológicos de Santa Catarina.

Deve-se olhar com atenção para se ver os detalhes das inscrições. Do mesmo local se avista a Cachoeira do Avencal, ao longe. Mas já da para ter uma idéia de como é alta.
 
Cachoeira do Avencal (parte superior)

Seguindo mais uns 3 km a frente das Inscrições Rupestres, com placas indicando a entrada, com um pequeno trecho de chão batido, fomos à Cachoeira do Avencal. Como é propriedade particular, o custo do acesso é de R$ 2,00, mas é possível ir com o veículo bem próximo ao cânion onde ela está.

Esta cachoeira tem 100m de queda livre, vários pontos para observação, mas com dois pontos construídos - mirantes - excelentes para fotos ao lado da cachoeira. E que visual!
Uma observação: é possível visitá-la pela parte inferior. Enquanto estávamos ali, discutíamos se iríamos ou não lá em baixo, pois tem que fazer uma bela volta para se ir até lá.    Nada decidido, mas que se ficou com vontade. Ah se ficamos!

Já no retorno passamos no Mirante Belvedere, de onde se tem uma  visão panorâmica da cidade. Com o tempo já nublado, tiramos algumas fotos, mas interessantes foram as que fizemos quando estávamos saindo da cidade, já no domingo.
 
E o almoço?

Chegamos ao hotel, após um belo banho, ai que fomos resolver este assunto. E da melhor maneira. Como o hotel tem um belo restaurante em anexo, fomos comer uma das especialidades da cidade de Urubici/SC. Uma bela truta - inteira é claro! para cada um - mais os acompanhamentos. Nada  mal para finalizar o dia. Inclusive vou falar delas mais a frente, pois fomos ao criadouro. Dormir, pois amanhã a aventura continua.
 
Amanheceu chovendo, e que chuva... o que nos obrigou a ficar pelo hotel, passando o tempo. Novamente no almoço, truta, desta vez fomos experimentar filé. Recomendo quem for para a região aproveitar a oportunidade e apreciar.

Existem vários restaurantes, hotéis e pousadas na cidade, para todos os estilos de aventureiros. Gastronomia e acomodações não é problema.

Em torno das 16hs a chuva deu uma trégua, e resolvemos sair apesar das estradas estarem um verdadeiro sabão. Tentamos ir ao Morro do Campestre, mas desistimos. Então resolvemos ir a Cachoeira do Avencal, pela parte inferior, a que ficamos discutindo se iríamos no dia anterior. O Márcio 14 já começou a me xingar, aliás, isso é rotina. Que eu sempre coloco ele em fria, pelas dificuldades, mas aproveito para registrar: excelente amigo, parceiro, e basta convidá-lo, já está pronto para a próxima! Como ele disse: - Ou troca de moto, ou de amigo! Nós dois precisamos, na realidade, trocar de motos.
 
Cachoeira do Avencal (parte inferior)

Indo em direção a São Joaquim, logo no começo da subida, na curva, após o término do guard-rail, primeira entrada.

Tivemos que seguir por uma estradinha de chão batido. E como os únicos com este tipo de idéia com um tempo daqueles a irem para a cachoeira, o caminho estava relativamente bom. Passamos também por uma propriedade particular para chegar a ela, costeando um riacho. Uma curiosidade: existe ao longo da estrada de acesso, dentro da propriedade, uma copia de ossada de dinossauro.

Já íamos observando que estava descendo muita água lá de cima, mas mesmo assim fomos a uns 100m da base da cachoeira. Mas já dava para ouvir o barulho da queda, sem contar que como a mata é fechada, já estava ficando escuro, o que fez nós agilizarmos a visita. Vá preparado, pois após na trilha existem grandes pedras e muito limo.

Já na chegada, à direita, existe uma cachoeira, que quando se está na parte superior, no segundo mirante, quase não se observa. Mas com a quantidade de chuva, pela parte inferior, muda a história.

Mas a Avencal, os 100m de queda d’água faziam a diferença, era muita água, muito barulho, muita neblina levantada pela força da água. A pena foi termos que retornar, pois não dava para ir à base dela. Estava muito úmido e escorregadio. Faça esta visita com tempo limpo, vale a pena.

Como a previsão era tempo bom para o sábado, 19 de agosto, já ficamos na expectativa pois ainda queríamos ver outros pontos turísticos.
 
Realmente, amanheceu com um belo sol. Já prevendo novamente que seria puxado o dia, um “cafezão” reforçado.

E às 7h30min, já estávamos indo para a Caverna do Rio dos Bugres, que fica a uns 11km da cidade.

O chão ainda estava muito liso, pelas obras e chuva do dia anterior, e para piorar, acabamos passando do ponto da entrada para a caverna, pois a placa de indicação estava um pouco escondida, pela obra ela virou.  Mas como tudo estava excelente até aquele momento, tinha que acontecer alguma coisa.

Em um trecho liso, a moto saiu de traseira, apesar de estarmos devagar, e lá fui eu ao chão. E extremante ferido... o orgulho... a moto somente o manete e o retrovisor. Nada que impedisse a continuação, e aturar as risadas do Marcio 14.
 
Caverna do Rio dos Bugres

Estrada segue pelo meio dos morros, quase sempre ao longo do rio. A caverna localiza-se em uma propriedade particular, mas não nos cobraram o acesso.

O último trecho, com uns 300m, fica em uma inclinação, que em dias chuvosos impede os veículos de subir, a não ser 4x4. Estando seco, é possível chegar até a entrada da caverna. As motos foram tranqüilas. Se não, deixe o carro ou moto na porteira na entrada. Só preste atenção, pois as entradas da caverna ficam escondidas.

A Caverna do Rio dos Bugres é uma caverna feita pelos homens para se abrigar do frio. Os índios cavaram cinco aberturas pequenas e estreitas formando uma pequena galeria como corredores que levam a uma sala central, esta caverna dava segurança a eles com várias rotas de fuga, se fosse necessário.

Não esqueça de levar lanternas, escuridão total lá dentro. Mas como eu tinha tirado a lanterna da moto quando cheguei na noite anterior no hotel e esqueci de pegar novamente. Zebra. A solução: festival de flasches das câmeras fotográficas, e fomos indo, cuidando em alguns trechos pois a caverna possui teto baixo.

Retornamos e fomos direto para o Morro do Campestre, fica em direção a Rio Rufino e Urupema, uns 8 km de chão batido.
 
Morro do Campestre

Existem placas indicando e fica fácil de achar. O acesso custa R$ 2,00. Tem que se ligar na subida, a estrada é chão batido, e com chuva, esquece de subir de moto ou carro. Ela é muito inclinada e estreita. Melhor deixar lá em baixo na entrada. No mais, é fácil.

O Morro Campestre é outro ponto alto da região, com 1.400m do nível do mar, tendo ótima visibilidade do Rio Canoas, sem contar que avistamos até cachoeiras lá de cima.

Lá no topo, existem os chamados Arcos, e ainda existem sinais da arte rupestre. Infelizmente danificados pelas ações de pessoas tentando deixar marcas lá em cima.

Uma dica para caso alguém se hospede no mesmo hotel que nós - Urubici Park Hotel:  existe na recepção um livro, com detalhes e fotos sobre o Morro e outros pontos de Urubici/SC, e que nos leva a crer que não foi simplesmente a força dos ventos e erosão que fizeram aquela obra na natureza.
 
Retornamos ao centro da cidade, e desta vez foi possível almoçar. Uma visita fácil, com uma conotação religiosa, foi a Igreja Matriz Nossa Senhora ãe dos Homens, bem no centro da cidade. Em estilo gótico, em formato de cruz, é outra obra que foi idealizada pelo Padre José Alberto Gonçalves Espíndola. Os restos mortais do padre estão sepultados em seu interior. Observando ela do Belvedere em uma das entradas da cidade, é possível apreciar toda sua grandiosidade.
 
Criadouro Truta Azul

De tarde fomos fazer uma visita ao criadouro do biólogo Hélio Antunes de Souza que se localiza próximo ao centro, uns 3 km. Existem placas indicando.

Ele é um dos pioneiros na introdução da truta em Santa Catarina, e estuda a truta azul desde 1977.  É uma truta diferenciada, que chama a atenção pela beleza da cor, é criada em tanques em sua propriedade rural.A truta azul é uma linhagem rara da espécie arco-íris, que identifica esse tipo de peixe pelas cores marrom, dourada e albina. Com seus estudos ele conseguiu reverter a criação, ela é estéril, pois a cada 100 mil alevinos surge apenas uma truta azul.

No total acredito que ele tenha entorno de 120 tanques de criação. O acesso custa R$ 2,00, e tem acompanhamento e explicações de todo o processo da criação.
 
Um breve histórico da truta:

A truta é originária da região da Serra da Nevada, nos Estados Unidos e chegando ao Brasil em 1949 com a importação de alevinos vindos da Dinamarca. Hélio Antunes de Souza é um dos maiores criadores do Sul. Ele montou um frigorífico onde abate as trutas para atender revendedores do país e restaurantes da região.
 
Com esta visita terminamos o roteiro por Urubici/SC, mas há muito mais a ser visitado. Possui em torno de 80 cachoeiras e muitas cavernas, o que se faz necessário um bom tempo para a visitação, fizemos praticamente o básico, o restante seria necessário a ajuda de um guia.
 
Aos amigos, entenderam agora por que coloquei o titulo de Santuário dos Aventureiros para a cidade?

Serviço:
Hospedaria e alimentação: Urubici Park Hotel
- apartamentos com calefação
- TV com parabólica
- café da manhã de excelente qualidade
- salão de jogos
- piscina térmica
- estacionamento gratuito
- salão de eventos com capacidade para 100 pessoas
- salão fogo de chão (restaurante opcional para 170 pessoas)
- sala de estar com TV, vídeo e dvd.
Fone: (49) 3278-5300
E-mail: urubiciparkhotel@uol.com.br
 
Localizado na Avenida Adolfo Konder, 2278, a principal avenida da cidade. O atendimento é excelente, tendo alguns aptos especiais para quem faz esportes radicais e retorna das aventuras com vários equipamentos. Quem fez algumas reuniões por lá foi o pessoal do XT600. Ali do hotel mesmo já recebes um roteiro de visitação. Existe em anexo o restaurante, com variado cardápio, e com aquela truta que tanto falei. Vou salientar que ele fica aberto para almoço e jantares, nos sete dias da semana, com atendimento para jantares até as 23h.

Mais uma: experimentei um mousse lá, maracujá e limão, demais!
 
Dia 20 de agosto pegamos a estrada novamente, para o retorno, Urubici/SC-Porto Alegre/RS - 460 km.
 
Começamos o dia as 6h30min, para variar, com aquele “cafezão”. Carregar as mochilas nas motos e muito frio, 2º graus.

É uma coisa que vou comentar, a temperatura oscilou entre 10° e 21° enquanto estivemos por lá, mas domingo ficou nos 2° graus. E logo no dia da volta! Mas estava um sol de primeira, o que foi ótimo pois retornamos por Bom Jardim da Serra.

Quando estávamos chegando à cidade, resolvi dar uma parada na casa do Mike, amizade feita nas estradas. Recebeu-nos com um belo chocolate quente, e após um belo bate papo voltamos para a estrada, pois queríamos aproveitar a Serra do Rio do Rastro.
 
Serra do Rio do Rastro/SC

Sensacional, mais uma vez na serra, e vale a pena! Bastante gente aproveitando, muitos subindo e descendo, motocicletas de varias cilindradas, de uma Honda Titan 125 a uma BMW K 1200 Adventure.
 
Apesar de já ter estado várias vezes na serra, ainda não consegui pegar ela à noite sem neblina. Estrada novamente, e fomos fazer um lanche em Içara/SC.

Mais uma dica aqui: atravessar Criciúma com suas várias sinaleiras e paradas não é dos mais agradáveis, então uma é sair ou entrar por Içara. Direto e mais perto, praticamente sem paradas.
    
Fim de tarde batendo o ponto por casa, com 1.000 km rodados em asfalto e 186 km em estrada de terra. Um abraço e até a próxima.

O “motonauta”  Jerry Rocha participou do Moto Repórter, canal de jornalismo participativo do MOTO.com.br. Para mandar sua notícia, clique aqui.


Fonte:
Moto Repórter

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