Honda apresenta seus novos pilotos

Além dos novos integrantes a montadora apresentou seu novo modelo, a CRF 450R injetada.

Por André Jordão

André Jordão

A Honda apresentou, na manhã de ontem, seu novo time de pilotos off-road para a temporada 2009. Muitos já conhecidos, mas algumas caras novas integram a equipe este ano. Agora vamos a uma lista completa destes competidores.

Leandro Silva (categoria MX1), Wellington Garcia (MX1), Marcello Lima “Ratinho” (MX1), Jean Ramos (MX2), Swian Zanoni (MX2), Thales Vilardi (MX2), Eduardo Lima (MX2), Hector Assunção (MXJr), Gustavo Takahashi (MXJr), Rodrigo Rodrigues (MXJr), Rodrigo Lama (MXJr), César Zamboni (85cc), Everaldo Filho (85cc), Eduardo Rudnick (85cc), Thiago Formehl (85cc), Dário Júlio (Enduro Master), Sandro Hoffmann (Enduro Master), José Hélio (Rali).

Os novos contratados são Swian Zanoni, Rodrigo Rodrigues, Eduardo Rudnick, Thiago Formehl. Todos treinam e já estão prontos para a estreia do Campeonato Brasileiro de Motocross, esse final de semana, em Indaiatuba (SP).

CRF 450R injetada

A novidade técnica ficou por conta da CRF 450R, que agora dispõe do sistema de injeção eletrônica PGM-FI 50mm throttle body. Essa máquina será conduzida pelos pilotos da categoria MX1, que estão muito contentes com os novos resultados.

Leandro Silva, um dos favoritos ao título, conta o que achou da “bike”. “O novo projeto ficou muito bom, a ciclística está muito melhor. O motor teve seu tamanho reduzido, deixando o banco um pouco mais reto, o que me proporciona maior domínio sobre ela nas curvas”, falou. E tudo isso com a moto mais leve, ela tem apenas 2 kg a mais que a CRF 250R.

Wellington Garcia, que também corre com a nova motocicleta, concorda com seu companheiro e rechaça os pontos fortes do modelo. “A moto está bem melhor que a do ano passado. Nas curvas, além de um controle maior, ela não ‘esparrama’. Posso dizer que o seu ponto forte é a progressão, você chama no acelerador e ela vai embora”, completou.

Wilson Yasuda, diretor do Team Honda, faz um resumo do que a motocicleta melhorou. “A moto do ano passado, se formos pensar em distribuição de peso, era 60% para frente e 40% para trás. Hoje a ela está 50% a 50%, o que ajuda muito. O tanque também sofreu uma alteração e perdemos dois litros na capacidade, gerando uma autonomia de 33 km — antes eram 40Km —, mas nada que nos atrapalhe na prova”, analisou.

O primeiro teste pra valer do modelo será feito neste fim de semana, durante a primeira etapa do Brasileiro de Motocross.


Fonte:
Equipe MOTO.com.br

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