O que fazer quando seu sonho não se realiza?

Suzuki nega promoção de seguro grátis a uma Bandit 1250S comprada no mês de maio.

Por Leandro Alvares

Roberto Tatiyama

Vou narrar o que ocorreu com o meu sonho que se realizou! Durante o Salão Duas Rodas de 2007, comecei o processo de conter a ansiedade de adquirir a minha moto, uma vez que soube que chegaria a nova Bandit injetada e refrigerada a água.

Em maio deste ano, soube através de sites especializados que ela seria comercializada com um valor cerca de 15% acima do modelo antigo, o que para mim é aceitável em razão do aprimoramento do produto.

Eis que chega a promoção de seguro grátis dado pela Suzuki. Em 9 de maio, já havia depositado cerca de R$ 15.000 como entrada para o meu sonho. Quatro dias depois, a minha Bandit 1250S foi faturada, mas antes disso, entrei em contato com o departamento comercial da fabricante para que pudesse sanar a dúvida com relação ao seguro e fui informado categoricamente que a promoção iria terminar ao final do mês de maio.

Contatei então a seguradora indicada e fiz um seguro particular no valor de R$ 3.700. Para a minha surpresa, em 2 de junho vejo pelo site da própria Suzuki a promoção do seguro grátis para a linha Bandit!

Entrei em contato com a montadora e fui atendido pelo Sr. Juliano, gerente comercial, que na ocasião me informou que não poderia ser feito nada a respeito. Expliquei a situação e ele se prontificou a achar uma solução e me retornar. Devo dizer que estou até hoje esperando a ligação.

Após varias tentativas de novo contato via telefone, enviei um e-mail para o atendimento ao cliente e recebi a seguinte resposta: “A promoção de seguro grátis é válida de 1 de junho a 30 de junho, sendo assim sua moto não participa desta promoção. Agradecemos seu contato, Suzuki Motos do Brasil”.

Sou um trabalhador, será que para realizar um sonho devo me sujeitar a ser tratado com tanto descaso? A falta de respeito para comigo e com os 80 consumidores que adquiriram as Bandits entre os dias 12 e 31 de maio deve cair no esquecimento?

Seria pedir demais ao Sr. João Toledo que olhasse para nós como trabalhadores e não como cordeiros na boca do lobo? A quem devo recorrer para não me sentir em estado de espírito tão circense?

Se alguém puder me ajudar, por favor envie um e-mail (tatiyama@uol.com.br) para que eu possa tomar alguma atitude. Espero que o “MOTO.com.br” possa ao menos permitir que eu explane a minha situação. Agradeço a todos pela paciência e que Deus acompanhe e ilumine nossos empresários.

O “motonauta” Roberto Tatiyama participou do Moto Repórter, canal de jornalismo participativo do MOTO.com.br. Para mandar sua notícia, clique aqui.

Fonte:
Moto Repórter

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