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MotoGP: "A paixão nunca morreu", diz Valentino Rossi

20 de February de 2013
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A 18ª temporada de Valentino Rossi pretende ser o seu “renascimento”, alinhando mais uma vez a sua adorada Yamaha M1 após o complicado período com a Ducati Desmosedici. O ano de 2013 já despertou algumas emoções nos fãs, com Rossi se mostrando mais rápido desde o início do primeiro teste em Sepang.
Em uma entrevista exclusiva com a revista italiana Motosprint, o italiano falou em detalhes sobre as frustrações sentidas nos últimos dois anos, na alegria de voltar a uma equipe para se “divertir”, de amigos, de inimigos, de certezas e de esperanças. Sobre a partida da equipe italiana ele disse: “O meu passado fala por mim, com a Aprilia, Honda e Yamaha sempre tive a sorte de estar com a moto certa. Eu sei como vencer, mas talvez com a Ducati era só o que eu sabia.”

Agora é altura de voltar ao topo – não para provar a qualquer um, mas a si próprio. “Estou correndo por diversão, como sempre fiz, mas é claro que estou de volta à Yamaha com a ideia de bater as Honda com fiz há anos. Acho que a moto é muito mais fácil de pilotar que em 2009, a aderência e eletrônica são incríveis: a M1 é claramente uma moto para inclinar ao máximo!”

O regresso à fábrica de Iwata implica um desafio ao atual Campeão do Mundo Jorge Lorenzo, contudo Rossi só tem boas palavras para o espanhol: “O Lorenzo, apesar daqueles anos duros, tem sido muito simpático comigo. Ele, como o Pedrosa, me respeitam. Algo que o Stoner, e em parte o Dovizioso, não faziam. Comigo o Lorenzo foi sempre muito justo."

Rossi fala ainda da oposição: “No ano passado o Pedrosa teve uma segunda metade da incrível temporada e este talvez seja o seu ano. Ele está pronto. Por outro lado, ele tem um destino estranho porque sempre que está perto de conquistar o título acontece-lhe alguma coisa (vejam Misano 2012). Por falar no Dani, tenho de admitir que o Márquez é o único piloto em que verdadeiramente me revejo e é por isso que, mesmo sendo um dos meus oponentes, vejo muito de mim nele.”

O seu objetivo mínimo é vencer uma corrida, mas todos sabem que Rossi não ficará satisfeito: “A paixão nunca morreu. Agora sinto-me competitivo, mas para bater o Lorenzo e o Pedrosa ainda há muito o que trabalhar, especialmente no ritmo de corrida. Muitos pensam que devia parar, mas eu sei a verdade!”

Fotos: Divulgação



Fonte:
Equipe MOTO.com.br
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