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Raio-x sobre a bateria

26 de September de 2006
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“Hora de dar a partida. Opa, a moto não pegou. Seria a bateria?” A situação descrita já deve ter acontecido com vários motociclistas, que geralmente apontam o dispositivo responsável pela produção de corrente elétrica como o primeiro motivo de uma eventual falha no funcionamento da motocicleta.

Para evitar contratempos, nada melhor então do que saber as melhores maneiras de conservar a bateria por mais tempo e ainda sanar algumas dúvidas, como esta sobre as recargas: podem ser feitas quantas forem necessárias?

“Desde que seja uma recarga lenta e constante, sem problemas. Podem ser feitas quantas vezes quiser”, disse José Luiz de Souza, o “Dentinho”, mecânico da loja Solo Moto, localizada no bairro da Lapa, em São Paulo.

há dois tipos de baterias no mercado, as seladas e as com líquido. “Nas com água é necessário sempre estar atento ao nível medidor. É bom ficar entre as marcas de máximo e mínimo. Caso a quantidade se encontre abaixo do mínimo em algum dos elementos da bateria, é necessário destapar e repor a perda com água destilada. Nas baterias sem manutenção, as famosas seladas MF (Maintenance Free), não se pode mexer em nada. Nem tentar!”, destacou Dentinho.

Outro ponto que deve ser observado é a limpeza dos terminais, que uma vez oxidados podem dificultar a passagem da corrente elétrica, impedindo assim o uso pleno da bateria. “Se estiverem sujos, é preciso então retirar a bateria da moto. Desligue os pólos, primeiro o negativo e depois o positivo, e faça a limpeza com uma escova de escova de aço. Pode ser usado querosene ou óleo diesel, bem como só passar a escova”.

De acordo com o mecânico, há uma forma de se prorrogar a oxidação dos pólos. “Ajuda se você colocar vaselina neles. E é bom lembrar aqui dos parafusos dos terminais. Se estiverem ruins, devem ser trocados”, ressaltou.

Quem costuma deixar a motocicleta parada por muito tempo precisa dedicar alguns minutos da rotina semanal para a paixão de duas rodas, a fim de preservar a bateria. “Ligue a moto uma vez por semana. É o ideal e o suficiente para a bateria não se descarregar”, atestou Dentinho.

Mas se o equipamento ficar muitos dias parados, sem a possibilidade de alguém acioná-lo, o conselho passa a ser outro. “Neste caso deve-se desligar os pólos. Se bem que atualmente existem carregadores automáticos, como o ‘battery tender’. Com ele, você ainda aumenta a vida útil da bateria, pois o aparelho cuida para que ela sempre esteja no seu melhor desempenho”, explicou o mecânico de 44 anos.

Em relação ao custo/benefício dos tipos de bateria, Dentinho lembrou que as seladas têm durabilidade maior, porém custam praticamente o triplo das líquidas. “Eu sinceramente aconselho as pessoas a procurarem o fabricante da motocicleta para serem melhores orientadas quanto ao que comprar. Inclusive sobre as marcas. As melhores são as japonesas, mas há outras opções, como as chinesas”.

A vida útil do item costuma ser de dois a três anos, mas existem consideráveis exceções. “Eu conheço gente que não troca a bateria há mais de quatro anos. Isso depende muito da pessoa, de como ela faz a manutenção da bateria, e também da moto”, afirmou nosso entrevistado.

Para o mundo das competições, sejam elas de velocidade ou off-road, Dentinho destacou o lado primoroso do esporte, de retratar o que existe de melhor e mais novo no segmento. Isso, porém, não implica no uso de uma nova bateria em cada etapa disputada.

“É lógico que, se a equipe tem condições de sempre contar com uma bateria zerada, isso então pode valer. Se fosse meu caso eu ia querer tudo novinho. Mas é desnecessário, em termos de bateria. Ela pode agüentar o tranco em mais de uma prova”, finalizou.


Fonte:
Equipe MOTO.com.br
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