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ECONOMIA DE COMBUSTÍVEL

19 de April de 2006
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Os altos preços dos combustíveis estão pesando cada vez mais no bolso dos consumidores que utilizam suas motocicletas constantemente. Pensando nessa questão, o MOTO.com.br listou algumas dicas que podem ajudar a reduzir o consumo, ideais para quem busca na motoca também uma forma de economia.

O litro do álcool cobrado hoje  subiu 50% em comparação com o custo médio de 2005, o que interfere diretamente no custo da gasolina, já que nos postos de abastecimento é feita a mistura de até 25% de álcool na gasolina, permitido por lei. Resultado: alta de aproximadamente 10% no custo final.

Mas se o preço nas bombas não muda, é válido então pensar em algumas mudanças benéficas à economia, como a maneira de dirigir. Melhorar a performance com o uso correto e uma boa manutenção da moto é uma ótima alternativa para iniciar o processo de redução do consumo. Além de amortizar os gastos, ajuda a minimizar o uso de petróleo e a poluição disseminada no meio ambiente, proporcional à quantidade de combustível queimado.

Um ponto que interfere diretamente neste assunto é a manutenção, essencial para garantir as características de rendimento e a boa performance. O motociclista deve respeitar a categoria de óleo especificada no manual do proprietário e manter o nível correto. Uma boa lubrificação evita aumento do atrito interno do motor, o qual gera perdas expressivas e diminui a vida útil, além de também diminuir o desempenho, aumentando o consumo.

O Filtro de ar obstruído pode também aumentar o consumo em até 10%. A gasolina aditivada ajuda a manter o sistema de injeção e o motor em geral mais limpo
durante um prazo bem maior. Motor ajustado, carburadores ou sistema de injeção limpo, velas limpas e com folga correta dos eletrodos são outros itens que devem ser verificados.

Diversos detalhes interferem no consumo de combustível. Os pneus, por exemplo, devem ser calibrados conforme especificação do fabricante a cada semana, de preferência sempre quando estiverem frios.

Por causa da pavimentação ruim das ruas, alguns motociclistas optam por diminuir a
pressão dos pneus para obter mais conforto. Porém, a prática ocasiona desgaste irregular dos compostos e faz o consumo de combustível crescer em até 3%, assim como também aumentar o diâmetro do pneu, fazendo com que a moto perda em rendimento, aumentando ainda o atrito, o consumo e o desgaste do motor.

Com relação aos hábitos de direção e pilotagem, o primeiro fator a ser destacado é a
aceleração, responsável pela maior parcela no consumo de combustível. Acelerar suavemente, não esticar as marchas e nem trocá-las prematuramente são atitudes que contribuem para a economia. Quanto mais se abre o acelerador, maior o consumo, principalmente nos veículos carburados. Ficar atento ao trânsito, sempre procurando se antecipar ao que vai acontecer de modo a evitar variações bruscas de velocidade também ajuda.

Nas estradas, a aerodinâmica torna-se um fator de suma importância. Se for utilizar o bagageiro, obedeça aos limites de peso e dimensões da carga. O excesso de
velocidade também é tão prejudicial à segurança quanto ao consumo de combustível.

Hábitos de planejamento contam pontos adicionais para a economia. Evite andar logo após ligar a moto pela primeira vez no dia, já que se gasta mais com o motor frio. Evitar pontos de congestionamento também ajuda, e andar com o tanque vazio gasta mais, pois se aumenta o processo de evaporação e possibilita maiores chances do acumulo de sujeiras.

A matemática do consumo

Para obter os dados de consumo de sua motoca, basta encher o tanque (de preferência, preste bem atenção ao nível de gasolina na parte interna do bocal), zere o hodômetro parcial, rode aproximadamente meio tanque e veja quantos quilômetros rodou.

Em seguida, reabasteça, pegue os quilômetros rodados e divida pelos litros que entraram no tanque no momento do “reabastecimento” — é recomendável reabastecer no mesmo posto, por questão de inclinação do terreno. Os dados podem ser obtidos em parâmetros urbanos e também nas estradas.

Com este método também é possível chegar a um número próximo da autonomia total da moto. Assim você pode mais tranqüilamente planejar seus reabastecimentos nas viagens mais longas.



Fonte:
Equipe MOTO.com.br
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