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Pool Petroquímico de Paulínia recebe Palestra da Moto Safe

05 de May de 2016
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André Garcia

Motociclista, advogado especialista em Gestão e Direito de Trânsito, colunista na imprensa especializada de duas rodas, idealizador do Projeto Motociclismo com Segurança que busca aculturar a sociedade em segurança viária por meio de palestras e aulas de pilotagem, laureado com o Prêmio ABRACICLO de Jornalismo em 2008 – Destaque em Internet e 2013 – Vencedor na categoria Revista com matérias de segurança viária e homenageado na Câmara Municipal de São Paulo pelo Dia Internacional do Motociclista em agosto de 2013 com o Troféu “Marco da Paz” por sua atuação no trabalho de ação social e pela construção da cultura de paz no mundo. E-mail: andregarcia@motosafe.com.br

 

No dia 28 de abril, durante o SIPAT de Ipiranga Petróleo em Paulínia o especialista em trânsito, realizamos uma palestra de Segurança de Trânsito e aula de ponto de cego, que consiste em mostrar pela boa prática a importância de o automóvel não utilizar película escura e os retrovisores estarem, devidamente, regulados para aumento do campo visual. 

Se na palestra são abordados temas como diferenças de cascos de capacete, equipamentos de segurança, postura preventiva e posição adequada na via pública com a motocicleta, na aula de ponto cego todos podem verificar in loco que o ajuste errado dos retrovisores tira a visibilidade do motorista podendo causar acidente com a motocicleta.

A aula de ponto cego é divido em duas partes: a primeira com o ajuste errado, onde todos os participantes verificam que não é possível enxergar as motocicletas posicionadas nas laterais do veículo. Na segunda parte, já com o retrovisor na posição correta, sem alterar o automóvel ou as motocicletas do lugar, todos os alunos se surpreendem com a visão ampliada.

As palestras são gratuitas e podem  ser agendadas pelo site www.motosafe.com.br ou pelo e-mail: andregarcia@motosafe.com.br.

Participando do movimento Maio Amarelo, André Garcia intensificará as ações do Projeto Motociclismo com Segurança durante todo o mês de maio, realizando palestras, aulas de ponto cego e demonstrações de frenagem inclusive aos sábados e domingos. É só marcar!

Projeto Motociclismo com Segurança tem apoio de ABRACICLO, Cartão de Visita, SafeWork e Casa Fernandes. Para o evento em Paulínia contou com o apoio de Yamaha que cedeu uma motocicleta MT09 para deslocamento e aula.

Maio Amarelo

Acompanhando o sucesso de outros movimentos, como o “Outubro Rosa” e o “Novembro Azul”, os quais, respectivamente, tratam dos temas câncer de mama e próstata, o “Maio Amarelo” estimula você a promover atividades voltadas à conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e à avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos diários no trânsito.

A marca que simboliza o movimento, o laço na cor amarela, segue a mesma proposta de conscientização já idealizada e bem-sucedida, adotada pelos movimentos de conscientização no combate ao câncer de mama, ao de próstata e, até mesmo, às campanhas de conscientização contra o vírus HIV – a mais consolidada nacional e internacionalmente.

Sobre a Década de Ação para a Segurança no Trânsito

A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.

São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.

Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.

O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito.

O problema é mais grave nos países de média e baixa rendas. A OMS estima que 90% das mortes acontecem em países em desenvolvimento, entre os quais se inclui o Brasil. Ao mesmo tempo, esse grupo possui menos da metade dos veículos do planeta (48%), o que demonstra que é muito mais arriscado dirigir um veículo — especialmente uma motocicleta — nesses lugares.

As previsões da OMS indicam que a situação se agravará mais justamente nesses países, por conta do aumento da frota, da falta de planejamento e do baixo investimento na segurança das vias públicas.

De acordo com o Relatório Global de Segurança no Trânsito 2013, publicado pela OMS recentemente, 88 países membros conseguiram reduzir o número de vítimas fatais. Por outro lado, esse número cresceu em 87 países.

A chave para a redução da mortalidade, segundo o relatório, é garantir que os estados-membros adotem leis que cubram os cinco principais fatores de risco: dirigir sob o efeito de álcool, o excesso de velocidade, não uso do capacete, do cinto de segurança e das cadeirinhas. Apenas 28 países, que abrigam 7% da população mundial, possuem leis abrangentes nesses cinco fatores.

Fotos: André Garcia/Acervo Pessoal



Fonte:
Equipe MOTO.com.br
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