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Nasce a mais potente moto BMW

21 de May de 2009
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Aldo Tizzani

A apresentação da nova BMW S 1000 RR não poderia ter acontecido em local mais apropriado: no sábado, 9 de maio, no tradicional circuito de Monza, na Itália, durante a etapa do Mundial de Superbike.

A superesportiva da marca alemã traz soluções inovadoras tanto em seu desenho, como em sua parte mecânica. Esta nova BMW está equipada com um motor de quatro cilindros em linha que gera 193 cv de potência máxima, superando assim a K 1300S e fazendo da S 1000 RR a mais potente motocicleta da marca alemã jamais fabricada.

Mas não é só isso. A nova superbike bávara oferece uma boa relação peso-potência, já que a moto pesa 206,5 kg (na versão equipada com o sistema de freios Race ABS). Para uma maior segurança do piloto, a S 1000 RR conta ainda com o exclusivo Controle Dinâmico de Tração (DTC).

Detalhe: desde o início do ano a montadora participa do Mundial de SBK com os pilotos Troy Corser e Rubén Xaus. Porém a principal exigência do regulamento é que a moto de pista tenha uma versão de série, que pode ser adquirida por “qualquer mortal”. Na Europa, o preço gira em torno de 16 mil Euros.

A BMW apostou todas suas fichas para construir a moto mais veloz, mais potente e mais esportiva de sua linha. Além disso, era preciso construir uma moto que fosse fácil de pilotar, ágil e que pudesse oferecer mais segurança ao motociclista. Assim nasceu a S 1000 RR, que tem a difícil missão de enfrentar a concorrência nipônica, lê-se Honda, Yamaha, Suzuki e Kawasaki.

Mas quais seriam os principais desafios desta superesportiva alemã?  Obter máxima potência em altos giros do motor, ter um chassi duplo berço de alumínio leve e resistente à torção, além de um desenho arrojado e baixo peso. Com estas características, a S 1000 RR, segundo a montadora, forma um conjunto de rendimento “assombroso”.

Motor

A meta da BMW foi construir um motor extremamente potente. Optou por um propulsor de quatro cilindros em linha em vez do tradicional Boxer. Completamente novo, o motor de 999 cm³, refrigerado a água, tem potência máxima de 193 cv a 13.000 rpm e torque máximo de 11,98 kgf.m a 9.750 rpm.  Só para se ter uma idéia da força deste motor, a S 1000 RR faz de 0 a 100 km/h em 2,9 segundos. Já a velocidade final deve chegar próximo a 300 km/h.

A nova BMW S 1000 RR conta – como item opcional – com quatro modalidades de condução: “Rain”, “Sport”, “Race” e “Slick”. A seleção do tipo de tocada deve ser feita por meio de um botão que está posicionado no punho direito. Se o motociclista estiver rodando em piso molhado acionar a modalidade “Rain”, assim ocorrerá uma redução de potência máxima para 150 cv e, consequentemente, entregas de potências mais suaves.

Com asfalto seco e rodando em estradas, o recomendado é a opção “Sport”, que oferece os 193 cv de potência máxima e respostas imediatas do acelerador. Para o uso em circuitos, a BMW indica a opção “Race”, só que a moto deve usar pneus esportivos, homologados para andar em pista. A potência também será de 193 cv, porém a resposta será ainda mais dinâmica.

Como o próprio nome sugere, a modalidade “Slick” só deve ser acionada quando se rodar em circuitos com pneus especiais para competição. A diferença entre os modos “Race” e “Slick”, é que no “Slick”, o DTC funcionará de forma permanente quando a motocicleta atingir um ângulo de 20 graus de inclinação, no caso de uma curva.

Em função de sua característica, este novo motor tem melhor rendimento em altos giros, especialmente construído para uma tocada “racing”. Além disso, o novo motor está de acordo com as rígidas novas de emissão de gases. Para esse trabalho, conta com a injeção eletrônica de combustível aliado a um catalisador de três vias. Seguindo o exemplo dos motores que equipam os motores BMW na Fórmula 1 de BMW, a S1000 RR conta com sistema de acionamento das válvulas com balancins individuais e válvulas de titânio.

Ciclística

Outro dispositivo de segurança que merece destaque na S1000 RR são os freios chamados de “Race ABS”. Oferecendo una considerável segurança adicional, o sistema de antibloqueo dos freios é opcional e pode atuar em conjunto com qualquer um dos modos de pilotagem do sistema de controle de tração.

Para completar, a esportiva da BMW adotou receitas já consagradas em seus conjuntos de suspensão e freios. Na dianteira, suspensão invertida (upside-down) e freios radiais Brembo com disco duplo de 320 mm de diâmetro. Já na traseira, monoamortecedor e um disco de freio de 220 mm de diâmetro. Detalhe: ambas as suspensões contam com múltiplas regulagens, além de freios ABS nas duas rodas , como item de série.

Ergonomia e Design

Como em toda BMW, o piloto pode ser considerado um privilegiado quando o assunto é ergonomia e conforto. Por exemplo, o tanque de combustível da S 1000 (17,5 l) é tão estreito quanto o das motos de 600 cm³, assim o piloto fica mais encaixado na moto e, consequentemente, posicionado para uma condução mais esportiva.

Para chegar ao resultado final, os técnicos da BMW trabalharam quatro anos no desenho e na aerodinâmica desta motocicleta, a mais leve de sua categoria. Nada ortodoxo, a desenho é o mais radical de uma BMW de série. De cara, a moto apresenta dois conjuntos ópticos, com desenhos completamente diferentes – um circular e outro que lembra os usados na Honda e Ducati.

A carenagem do lado direito conta com aletas que lembram guelras de peixes, do outro lado uma grande abertura, ambas para ajudar na refrigeração do motor. A balança de alumínio em conjunto com o escape oferece um belo e harmônico visual.

Outro detalhe que chama bastante a atenção é a lanterna com LEDs, integrada à rabeta. Já o painel de instrumentos multifuncional é tão completo que conta até com cronômetro de voltas em circuito. Para finalizar, os comandos da S 1000 RR estão tão simples como os das motos super bikes japonesas.



Fonte:
Agência Infomoto
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