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Especial: 10 motos BMW que fizeram história

12 de April de 2016
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Fundada em 1916, a BMW (ou Bayerische Motoren Werke) primeiro se consolidou como fabricante de motores para aviões, e depois expandiu sua atuação para barcos e caminhões. Embora seus automóveis de luxo sejam mais famosos (e também lucrativos) atualmente, o primeiro carro BMW só foi fabricado em 1928. Mas cinco anos antes, nascia a primeira motocicleta com o emblema azul e branco.


Em 1923, a R 32 nasceu já com o conjunto motriz que se tornou marca registrada da BMW Motorrad – o motor boxer de cilindros opostos e a transmissão final por eixo cardã. A R 23 iniciou uma história de sucesso da divisão de motos da fábrica alemã. Foram inúmeros modelos inovadores ao longo desses 93 anos. Selecionamos dez deles que ajudaram a BMW a se tornar o sonho de muitos motociclistas e angariar uma legião de fãs em todo o mundo. Confira.

R 32 – A primeira
Em 28 de setembro de 1923, a R 32 foi apresentada ao mundo durante o Salão de Berlim. Todas as características de uma moto BMW já estavam nesse primeiro modelo, a começar pelo tradicional conjunto motriz. O motor boxer com dois cilindros opostos desenvolvido pelo engenheiro chefe Max Friz tinha 494 cm³ de capacidade e era capaz de gerar até 8,5 cv. Um dos diferenciais da R 32 em relação a outras motocicletas da época é que ela foi concebida para ser uma moto desde o início - outros modelos baseavam-se na ciclística das bicicletas.

R 11 – Para aguentar o sidecar
Muito populares no início do século passado para levar um passageiro, os sidecars exigiam uma moto robusta. Para isso a BMW apresentou sua primeira moto touring, a R11, em 1929. O modelo trazia quadro em aço estampado e reforçado para suportar o peso extra do sidecar. A R 11 tinha um motor boxer de 745 cm³, que já oferecia 18 cv de potência máxima. A estabilidade do modelo chamou a atenção em todo o mundo e as motos BMW começavam a trilhar sua fama de robustas e estáveis.

R 17 – Esportividade e conforto em duas rodas
Lançada em 1935, juntamente com a R 12, a BMW R 17 ficou conhecida como uma das motos alemãs mais rápidas antes da Segunda Guerra Mundial. O boxer de 736 cm³ produzia 33 cv de potência máxima. Mas a grande inovação do modelo era mesmo o uso do primeiro garfo telescópico hidráulico na suspensão dianteira. Uma inovação que permitia maior controle e conforto para o piloto. A suspensão traseira só apareceria na R 51, lançada em 1938. No final daquela década de 1930, a fábrica já havia alcançado a marca de 100 mil motocicletas produzidas.

R 24 – Renascimento em um cilindro
Tudo ia bem para a marca alemã até eclodir a Segunda Grande Guerra. No final do conflito, com a derrota da Alemanha, as fábricas da marca bávara foram ocupadas por tropas aliadas e a planta de Munique foi desmantelada. O sonho de voltar a produzir motocicletas apenas se realizou em 1948 com a R 24, uma monocilíndrica de 250cc com 12 cv de potência máxima. A moto começou a ser produzida em dezembro daquele ano e, em 1949, foram vendidas 9.144 unidades – daí porque a nova G 310R não é a primeira moto pequena da BMW.

R 100 RS – A primeira carenagem integral
Três anos depois de lançar a bela e esportiva R 90/S, a BMW inovava mostrava a R 100 RS em 1976, nada menos do que a primeira motocicleta do mundo a contar com carenagem integral desenvolvida em túneis de vento – e a primeira sport-touring de que se tem notícia. O motor era boxer como na R 90, porém com capacidade cúbica aumentada para 980 cm³ com a potência máxima de 67 cv (a 6.600 rpm) e atingia os 200 km/h.

R 80 G/S – Aventureira nata
Em 1979, a BMW Motorrad estreou no Rally Paris-Dakar e iniciou sua trajetória no off-road. No ano seguinte, chegava ao mercado a bigtrail R 80 G/S – sim, escrito originalmente com uma barra separando as duas letras. O modelo, equipado com motor boxer de 797 cm³ capaz de gerar 50 cv e pesando 183 kg, foi o primeiro com o sobrenome “Gelände/Straße” (off-road/on-road). A R 80/GS foi precursora do segmento aventureiro e deu origem a uma das bigtrails mais desejadas da atualidade, a R 1200 GS, que ganhou uma importante atualização em 2013: sistema de arrefecimento líquido em seu motor boxer – pela primeira vez na história da fábrica alemã.

K 100 RS – O tijolo voador 
Ao completar 60 anos produzindo motos, em 1983, a fábrica alemã resolveu apostar em uma nova arquitetura de motor: os quatro cilindros, porém posicionados de forma longitudinal. Com 987 cm³ oferecia 90 cv de potência máxima. Nessa primeira família da série “K” (letra que design os motores em linha da BMW), destaque para a K 100 RS, uma sport-touring que chegou com um desenho inovador e menos peso para brigar com as japonesas que faziam sucesso na época. Em função de seu bom desempenho e também de sua linha, a K 100 RS ganhou o apelido de “The Flying Brick”, o tijolo voador.

K1 – vitrine tecnológica
A K1 mostrada em 1988 foi desenhada principalmente para mostrar do que a BMW era capaz e exibir novas tecnologias. O modelo foi o primeiro a sair de fábrica com freios ABS e seu motor com 1.171 cm³ de capacidade oferecia 100 cv de potência máxima e tinha quatro válvulas por cilindro. Seu design inusitado e o desempenho surpreendente fizeram a fama da K1 no final dos anos 1980. O modelo ainda contava com pinça de freio de quatro pistões e conversor catalítico de três vias.

S 1000RR – uma BMW sem concessões
Com reputação em construir motos seguras, confortáveis e funcionais, a BMW deixou essas concessões de lado para construir a radical superesportiva S 1000RR, lançada em 2009, e focada exclusivamente em alto desempenho. A S 1000RR trouxe um motor que seguia a receita japonesa de quatro cilindros transversais e inclinados à frente para produzir 193 cv de potência máxima. Além disso, a superesportiva alemã inovava em sua avançada tecnologia embarcada, que tinha controle de tração, controle de empinadas e modos de pilotagem permitindo que pilotos comuns fossem capazes de andar rápido e com segurança em uma pista de corrida.

K 1600 GT – uma luxuosa grã-turismo
Lançada em 2011, a K 1600 GT apostava em um enorme motor de seis cilindros em linha e 1.649 cm³ (169 cv de potencia) para mudar os parâmetros do segmento grã-turismo. Apesar de seus 319 kg (em ordem de marcha), a K 1600 GT apresentava um excelente comportamento dinâmico trazendo emoção para as longas viagens. Com um enorme banco e muito conforto, o modelo também trazia sistema de navegação embutido, controle de tração e freios ABS, e o ineditismo de ser a primeira moto equipada com faróis direcionais.

 

TEXTO: Arthur Caldeira/Agência INFOMOTO
FOTOS: Divulgação



Fonte:
Agência Infomoto
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