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Superbike italiana

01 de July de 2008
Superbike italiana
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Murillo Ghigonetto

A Bimota acaba de lançar na Europa seu modelo mais esportivo: a DB7, que usa o mesmo motor da Ducati 1098. O evento de lançamento foi realizado no autódromo de Misano, na Itália.

Apesar de ter sido mostrada pela primeira vez no Salão de Milão do ano passado, apenas agora os jornalistas tiveram a chance de testar a DB7 em pista para avaliar todas as suas qualidades.

Com um visual esportivo e bastante chamativo, a nova DB7 é também um misto de exclusividade e requinte. Isso porque a marca italiana não poupou acessórios de primeira linha com peças em fibra de carbono. Com isso o visual da nova DB7 está digno de uma verdadeira superbike.

Todo o conjunto da DB7 é formado por grandes carenagens frontal e laterais, também em fibra de carbono, que trabalham como forma de canalizar melhor as tomadas de ar e melhorar a performance em altas velocidades, seu habitat natural.

Na frente, chama a atenção o grupo óptico, com duas lâmpadas sobrepostas. Os espelhos retrovisores seguem uma linha esportiva, com aspecto moderno e piscas acoplados, igual aos automóveis de luxo.
 
Por onde se olha, percebe-se o requinte de todo o projeto idealizado pela Bimota. O painel digital, por exemplo, conta com computador de bordo para as medições de funcionamento dos principais componentes da parte mecânica, ciclística e elétrica, além de ter boa visualização. Um amortecedor de direção instalado para o guidão tem a função de deixar a pilotagem mais segura e eficiente em altas velocidades.
 
Outro destaque na nova DB7 está na rabeta. Ao contrário do que acontece em outros modelos, nela o sub-quadro é confeccionado em fibra de carbono estrutural, que traz como vantagem o baixo peso.

O tanque de combustível tem capacidade para 16 litros de combustível. O peso a seco do modelo também agrada e contribui para a agilidade do conjunto: são apenas 170 kg! Quem pilotou a nova DB7 não deixou de destacar a “pegada racing” do modelo, caracterizada, também, pelo assento alto do piloto (altura de 800 mm) e a frente caída. Boa de curva e ágil nas retas, o modelo causou boa impressão a imprensa especializada pela facilidade de condução.

Mecânica e ciclística

O coração que bate na nova DB7 já é um conhecido para a maioria dos apaixonados por motos italianas. Trata-se de um potente bicilíndrico em “V” a 90 de 1099 cm³ com arrefecimento líquido. Detalhe: o propulsor é o mesmo utilizado pela Ducati 1098.

Leve e potente, a Bimota escolheu essa nova geração dos motores Ducati pela confiabilidade e qualidade que estes demonstram frente à concorrência. Não é a toa que a parceria entre as duas marcas já dura anos. A potência declarada é de 160 cv a 10.700 rpm com torque de 12,5 kgf.m a 8.000. Ou seja, força e tecnologia de sobra para não deixar ninguém “na mão”.

Como não poderia ser diferente, os elogios à mecânica da nova DB7 foram bastante ostensivos. Segundo a imprensa internacional, as respostas ao acelerador são rápidas e precisas, o que deve agradar em cheio os consumidores que buscam uma autêntica superbike. Completam o conjunto mecânico o câmbio de seis velocidades com a transmissão final feita por corrente e os escapes 2 em 1 equipado com catalisador e sonda lambda.

A DB7 usa um quadro em treliça, tradicional da Bimota. Um dos destaques, neste sentido, está na balança traseira, arquitetada com esta mesma tecnologia. As suspensões são totalmente ajustáveis e incorporam a mais alta tecnologia desenvolvida para as pistas de corrida. Na frente, o sistema usa um garfo invertido da Marzocchi com tubos de 43 mm de diâmetro e curso de 120 mm. Atrás, a suspensão é monochoque também com curso de 120 mm.
 
Os freios são da Brembo, sendo de disco duplo com 320 mm na dianteira, e um simples de 230 na traseira. As rodas são de liga de alumínio forjado, com 17 polegadas de diâmetro calçadas com pneus Continental Race Attack.
 
No Brasil, a DB7 deve desembarcar no segundo semestre. Segundo o representante da marca no país, não existe ainda um preço definido de comercialização. A empresa só informa que o valor deverá ficar na casa dos R$ 140 mil, algo um tanto quanto fora dos padrões da realidade, se assim podemos dizer.

Os interessados em conhecer esta incrível máquina podem entrar em contato com a Bimota Brasil pelo site www.bimotabrasil.com.br. Para quem dispõe de recursos e procura por exclusividade e emoção, este sem dúvida é um modelo a ser considerado.


Fonte:
Agência Infomoto
Comentarios ( 5 )

Cruz - Santo André / São Paulo
postado em: 02/07/2008, 08:37:54

Realmente uma moto maravilhosa, mas não entendo o pq deste preço! Pois uma moto mais pontente como a Hayabusa custar praticamente a metade, e se comparando a potência e força, a Suzuki é muito mais!
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Fred - Belo Horizonte / Minas Gerais
postado em: 01/07/2008, 20:48:06

É por isso que essas motos são pra poucos. Quem conhece sabe que uma moto dessa é pra vida inteira. Um motor desse dura até pro seus netos. Obra de arte é apelido......espetáculo.....
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JULIANO - Bariri / São Paulo
postado em: 01/07/2008, 19:25:41

ESSAS MOTOS SAO BEM DIFERENTES E DEVEM TEM UMA OTIMA TECNOLOGIA! MAS COMO ELAS VAO CONCORRER AQUI NO BRASIL COM ESSES PREÇOS?! NEM TODOS SAO MILHONARIOS!RSRSR ABRAÇOS
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Leo - São Paulo / São Paulo
postado em: 01/07/2008, 11:51:41

Falou tudo TIAGO/PASSOS, a maquinaria japonesa também me seduz mais, mas o visual italiano é sensacional. O problema é sempre o preço....abraços
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Tiago Gambirasi - Passos / Minas Gerais
postado em: 01/07/2008, 10:47:11

MARAVILHOSA !!!! SEM COMENTÁRIOS..... EM RELAÇÃO A MECÂNICA EU PREFIRO AS NIPÔNICAS, MAIS A ESTÉTICA DAS MOTOS ITALIANAS É FORA DO COMUM... (MV AGUSTA-DUCATI-BIMOTA....) OBRA DE ARTE SOBRE DUAS RODAS....
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